Por volta do ano 60 antes de Cristo, Júlio César era um nome em ascensão. Já ocupava postos de destaque na República romana e todos – inclusive o próprio – acreditavam que, com o seu prestígio e a sua popularidade, seria tentado a sagrar-se imperador. Na verdade, sua ambição era ainda maior. Quando andava pelas ruas e o povo o chamava de rei, ele invariavelmente respondia: “Não sou rei, sou César”. Continue Lendo..
Palocci e a mulher de César
Minha mulher só pensa em casar!
CASAR: a Dora e a Danny Continue Lendo..
Na cartomante
Publicado pagina A2 do jornal O ESTADO DE S. PAULO – sexta feira 6 de maio 2011 Continue Lendo..
Contra o “politicamente correto”!
Iniciei minha vida profissional, como jornalista, em 1980. Ainda estávamos no regime militar – que hoje é conhecido como ditadura. Não havia mais censura. O cerceamento da nossa liberdade de expressão era mais sutil. E provinha dos dois lados. Num deles estava o poder. No outro, a “patrulha ideológica” da oposição. O pessoal do poder achava que tudo o que fazia era certo. Se alguém discordasse, só podia ser por ignorância ou má-fé. Já a patrulha entendia o mesmo, só que com os sinais trocados. Continue Lendo..
FHC ou Lula?
João Melão Neto – O Estado de S.Paulo
Tendo concluído os primeiros cem dias de governo – período em que não é de bom tom louvar ou criticar qualquer gestão -, Dilma Rousseff já está começando a mostrar a que veio. Governar o Brasil não é fácil. Fernando Henrique Cardoso teria dito – no início de seu primeiro mandato, em 1995 – que estava tirando o trabalho de letra. Se falou realmente, não se sabe. Mas teve oito anos para se arrepender de tal bravata. Passou sua gestão inteira sendo duramente castigado pela “malvada da realidade”. Governar o Brasil não é fácil, não. O curioso é que todos os governantes da nossa História republicana – de Deodoro a Lula, passando por Getúlio Vargas, JK e os generais – iniciaram suas gestões com a convicção de que iriam se sair muito bem. Boas ideias e ótimas intenções nunca faltaram. E áulicos para exaltá-las, também não. Continue Lendo..
Carta a um desempregado
Caro cidadão Luís da Silva Continue Lendo..
Aos meus amigos
Hoje é 15 de março, dia em que, após quatro anos de mandato – como deputado estadual – volto a trabalhar no meu escritório. Sigo nos meus ofícios originais. Sou jornalista e empresário. Vou continuar a escrever para o Estadão, a cada duas semanas, sempre às sextas-feiras, na página A2. No mesmo dia da publicação, vou colocar o artigo aqui, no blog. Até breve e muito 0brigado por continuarem a me prestigiar com a sua atenção! João Mellão Neto Continue Lendo..
Quem está certo?
A principal foto de propaganda do governo de Juscelino Kubitschek (JK) era uma em que ele, o presidente, aparecia, impávido, sobre diversas toras cerradas. O local, se não me engano, era o canteiro de obras da Rodovia Belém-Brasília. Simbolizava o triunfo do homem sobre a natureza. Um novo país que nascia, desbravando as matas, lutando contra a inércia e o fatalismo, dois estigmas desde sempre presentes em nossa cultura ibérica. Não existem determinismos, JK parecia dizer. Não desanimem! Tudo é possível aos homens que creem… Continue Lendo..
O ocaso das certezas
“Democracia liberal”, “direitos humanos”, “economia de mercado”, esses são os nossos três principais valores. São eles que compõem o ethos da nossa civilização. Estamos de tal forma imbuídos deles que acreditamos não poder haver nenhum outro modelo político-econômico melhor do que esse. É a sociedade aberta, tão almejada e proclamada por todas as nações ocidentais. Continue Lendo..
Diplomacia é isso aí?
Provavelmente nunca antes, desde a proclamação da República, o governo brasileiro tenha praticado uma política de relações exteriores tão equivocada como a atual. O chanceler Celso Amorim me parece ser um sujeito sensato e com os pés no chão, mas não nos esqueçamos que, antes de tudo, ele é um diplomata de carreira. Na linha de Tayllerand, o genial francês que, no século 19, de tão flexível, conseguiu servir a três regimes diferentes, Amorim, como ninguém, sabe “dançar a música”. Foi ministro de Relações Exteriores no governo Itamar Franco, voltou a comandar o Itamaraty no governo Lula e, não obstante serem governos tão diferentes, ele soube equilibrar-se bem nos dois. Continue Lendo..






