Quem foi melhor para o Brasil, FHC ou Lula? Creio que agora, com Dilma eleita e empossada, já se pode fazer uma avaliação isenta de paixões. Isso é importante porque as novas gerações só se recordam do governo Lula. O de FHC desenvolveu-se quando boa parte dos jovens atuais era criança. Eles não têm opinião formada sobre o que foi a gestão de Fernando Henrique Cardoso. Continue Lendo..
Arquivo de Jan 2011
Lula x FHC
A lei e a ordem
Meu filho do meio se formou em Direito no ano passado. Ele gosta de discutir comigo desde criança. Hoje em dia, eu debato com ele também por uma razão funcional. Para que venha a se tornar um bom advogado ele tem de dominar a arte de argumentar. E faço questão de levantar temas polêmicos. Assim ele já vai treinando e eu também. Continue Lendo..
Sem medo de ser feliz
“Esqueçam tudo o que eu escrevi”, teria dito Fernando Henrique Cardoso ao assumir a presidência do Brasil, em 1995. Ele jura que nunca proferiu esta frase. Provavelmente não a disse mesmo. Mas nem precisava. O presidente Fernando Henrique, enquanto governou, foi a antítese do reputado professor Cardoso. Fora dos meios políticos e acadêmicos, são poucos os que sabem que o professor Cardoso, o “príncipe dos sociólogos”, ganhou renome internacional pela co-autoria do livro “Dependência e desenvolvimento na América Latina”, redigido na década de 60. A obra se tornou uma espécie de bíblia do pensamento nacionalista de esquerda nos países do terceiro mundo e influenciou fortemente várias gerações de estudantes ao sul do Rio Grande. Teve repercussão também nos meios intelectuais da Europa, marcadamente na França, onde ele foi convidado a lecionar. A presidência FHC não tem nada que ver com esse passado “gauche”. Fernando Henrique avançou pela trilha aberta por Collor e tratou de modernizar o país, abrindo os mercados e inserindo a nossa economia na era globalizada. Ninguém como ele, enquanto professor, denunciou de forma tão veemente as práticas imperialistas dos países ricos. Ninguém como ele, como presidente, procurou tanta aproximação com as nações que antes combatia. Continue Lendo..
Enquanto a revolução não vem
Dilma Rousseff, durante a campanha eleitoral, não se cansou de afirmar: “A gente nunca pode apostar nas virtudes dos homens, porque todos os homens e mulheres são falhos. Precisamos apostar na virtude das instituições.” Ela diz ter ouvido esse pensamento do ex-ministro Márcio Thomaz Bastos. Continue Lendo..



