A corrupção incomoda, e muito. Segundo pesquisa da consultoria Pricewaterhouse, divulgada pela Folha de S. Paulo, a corrupção é considerada um enorme desafio para nada menos do que 79% dos empresários brasileiros. O levantamento, feito com empresários do mundo inteiro, revela que, no Brasil e na Rússia, as práticas corruptas são as maiores preocupações dos empresários locais. Continue Lendo..
Arquivo de Nov 2010
O câncer da corrupção
Lula e Geisel, iguais?!
Meu caro Lula, agora que seus oito anos de governo estão chegando ao fim já dá para fazer um balanço realista do que foi obtido de concreto nesse período. Não há risco de que seus acólitos argumentem que tudo o que digo a seguir tenha finalidades inconfessáveis ou de fundo eleitoreiro. Você já logrou consagrar nas urnas a sua sucessora e nada mais pode mudar isso… Vamos, então, falar com franqueza. Continue Lendo..
O que realmente importa
O Banco da Suécia, em 1991, outorgou o Prêmio Nobel de Economia ao inglês Ronald Coase. Dois anos depois o laureado foi o norte americano Douglass North. Estava consagrada, assim, a Nova Teoria Institucional, um método revolucionário de análise, que, além da matemática, unia a História, a sociologia, a psicologia e outras ciências humanas ao estudo da economia. Esta Teoria, hoje em dia, está consolidada e a maior parte da elite acadêmica do mundo civilizado a adota. Ela atribui o sucesso das economias das nações à qualidade de suas Instituições. Onde as Instituições nacionais são apropriadas, o capitalismo se desenvolve, os indivíduos despertam o gigantesco potencial que têm dentro de si e o país, com um todo, enriquece. Onde não são, o resultado inevitável é a pobreza, a falta de iniciativa e a estagnação econômica. Continue Lendo..
De volta ao Estadão
Como tenho feito há mais de vinte anos, volto a publicar artigos no Estadão.
O primeiro sairá na sexta-feira, dia 19/11, página A-2.
Até lá! Continue Lendo..
Majestade perdida
Em 1990, quando fui eleito deputado federal pela primeira vez, eu me recordo de que um profundo sentimento de orgulho se apossou de mim. Fato inédito em minha vida, pela primeira vez eu não era mais eu sozinho. A respaldar a minha individualidade, havia a delegação consciente e espontânea de milhares de cidadãos que escreveram o meu nome na cédula eleitoral (ainda não havia urnas eletrônicas). Esta maravilhosa sensação não pode ser descrita com palavras. Somente quem a vivenciou pode aquilatar o que ela significa. Essas centenas de milhares de pessoas não podem ser vistas como uma massa disforme. Cada indivíduo, ao menos para si, representa um universo completo, com sua história de vida, seus anseios, suas crenças, suas convicções. No ato de votar, cada um deles deposita toda a sua confiança em alguém. Alguém em quem acredita que carrega os mesmos valores que os seus. Alguém em quem aposta as suas esperanças. Alguém a quem delega a sua soberana vontade. Se esse alguém é você, creiam-me, há razões de sobra para sentir-se envaidecido. Continue Lendo..
Querido diário
Faz uma semana que não o abro. Desculpe, companheiro. Estive muito ocupado cuidando de salários e tenho chegado em casa exausto. Foi uma boa idéia essa do Luiz japonês de me sugerir escrever um diário. Ele me disse que o Napoleão também tinha um. Aqui eu posso me abrir à vontade, dizer tudo o que eu penso, que ninguém fica escandalizado com os meus desabafos. Continue Lendo..



