“Meu artigo de dezembro de 2009.” Caiu um forte raio em Brasília. Desses que o governo afirma que são capazes de causar um blecaute. Ele caiu justamente no Palácio do Planalto. Para espanto de alguns e alívio de outros, o raio deu de cair exatamente na cabeça da ministra Dilma Rousseff, que foi literalmente torrada. Sem nada o que fazer, ela se dirigiu ao Além.
Ela tinha certeza de que iria para o Inferno. Mas, como o capeta não veio buscá-la, resolveu tentar a sorte no Céu.
Já no portal, encontrou São Pedro com uma meia dúzia de assessores.
“Antes de entrar aqui, a senhora precisa passar por um julgamento”, disse-lhe o guardião do Paraíso.
“Eu quero um advogado!”
“Não temos. Os advogados do tipo que a senhora precisa foram todos para o outro lado. A senhora vai ter de se defender sozinha.”
“Está bem. Eu sei me virar!”
“Comecemos pela sua juventude. É verdade que a senhora foi guerrilheira?”
“Fui! Do Colina e da VAR-Palmares! E era líder! Pode perguntar lá embaixo que tem um montão de gente que confirma!”
“Eu não entendo. A senhora tem orgulho de ter sido terrorista?”
“No Brasil isso pega bem. Tem até um órgão do governo que paga indenizações.”
“Consta aqui na sua ficha que a senhora se dedicava a tarefas que não têm nada que ver com uma guerra revolucionária. Roubar cofres, por exemplo.”
“É, vai fazer o quê…? Nós expropriamos um que tinha nada menos que US$ 2 milhões!”
“E o que vocês fizeram com o dinheiro?”
“Uma parte nós repartimos com os companheiros dos outros grupos.”
“E o resto?”
“Não tinha resto. Era para as nossas despesas. Era eu mesma que cuidava do dinheiro.”
“Bom, vamos passar adiante. A senhora ficou alguns anos presa, depois tratou de estudar.”
“Eu me graduei, depois fiz o mestrado e o doutorado. Pode ler na minha página na internet.”
“Tem gente que diz que a senhora não fez nem uma coisa nem outra…”
“Eu vou lhe dar a mesma resposta que dei para a imprensa: fiz o curso de mestrado, mas não o concluí. Depois eu voltei para a escola, a Unicamp, para fazer o doutorado. Também não me formei porque virei ministra…”
“A Unicamp informou que a senhora nunca se matriculou lá…”
“Isso é mentira!”
“Hum, trata-se de uma carreira bem peculiar… Aqui, na sua ficha, consta também que em 1989 a senhora foi nomeada diretora-geral da Câmara Municipal de Porto Alegre e foi demitida pelo presidente da Casa porque chegava tarde ao trabalho.”
“Isso é mentira!”
“A senhora é conhecida como a mãe do PAC. E há quem diga que é, também, madrinha do apagão.”
“Isso é mentira! Só porque eu fui ministra da área energética por alguns anos, eu sou agora responsabilizada por tudo!”
“Dizem que foi a senhora que formulou o atual modelo de energia.”
“Isso é mentira! Quando eu assumi, todas as usinas hidrelétricas já estavam lá!”
“A que a senhora – que entende do assunto – atribui o apagão?”
“Vou-lhe dar a versão oficial do governo: eram três linhões. Acontece que caíram três raios ao mesmo tempo, um em cada um. Os três entraram em curto-circuito e deu no que deu.”
“É uma visão, no mínimo, curiosa… No governo passado houve racionamento de energia porque as chuvas não vieram e os reservatórios de água das usinas hidrelétricas ficaram vazios. Vocês eram da oposição na época e exploraram eleitoralmente o fato. E agora?”
“O apagão do FHC se deu por incompetência. Já o nosso foi devido ao clima, conforme eu já expliquei…”
“Já sei, três raios caíram simultaneamente nas três linhas… E vai por aí afora. Há quem diga que houve sobrecarga do sistema e ele caiu…”
“Isso é mentira! Os raios caíram nos linhões e o assunto está encerrado. Não se fala mais nisso.”
“Escute, para a senhora, tudo é mentira.”
“Isso também é mentira!”
“Vamos mudar de assunto. A ex-secretária da Receita Federal depôs no Congresso afirmando, com todas as letras, que esteve em seu gabinete, no Palácio do Planalto, e que a senhora lhe pediu para aliviar a barra num processo…”
“Isso é mentira! Nunca estive com essa mulher!”
“Ela disse, recentemente, que tem como provar o que falou… Além do mais, o prédio é inteiramente monitorado. Basta procurar a gravação que a questão fica resolvida.”
“Vamos encontrar uma versão conciliatória. Eu admito que a recebi no meu gabinete, mas foi para tratar de outros assuntos.”
“Quais?”
“Não me lembro mais. Como canta o Roberto Carlos, “são tantas emoções…”
“Bom, dona Dilma, sinto muito, mas a senhora não preenche os requisitos mínimos para entrar no Céu. Eu não entendi porque Satanás não se dispôs a recebê-la. Aguarde um momento que eu vou telefonar para ele.”
São Pedro saiu da sala, pegou o seu celular e ligou diretamente para o “coisa ruim”.
“Oi, Lúcifer, porque é que você não foi receber a Dilma Rousseff?”
“Eu não quero nem saber dessa mulher!”, explicou o príncipe das trevas. “Se ela vier para cá, em dois minutos vai estar mandando em todo mundo. Essa mulher tem cabelo na venta, é nervosa, irritadiça e impaciente. Estou fora!”
“E o que é que eu faço com ela?!”, desesperou-se São Pedro.
“Eu sei que foge dos regulamentos, não deixe o Chefão saber disso, mas o que se pode fazer é pedir desculpas e devolvê-la para o Ministério do Lula. Os dois se entendem bem porque, no fundo, se merecem…”




Zé Serra da coligação conservadora PSDB-DEM-PPS está no leito da extrema-unção eleitoral. Quem diria, sua campanha foi parar no Irajá. Agora diz que, se eleito, vai retirar o ICMS dos medicamentos mais utilizados pela população.
Ora Zé deixe de demagogia, quem decide retirar ou reduzir o ICMS é o governador de cada estado. O ICMS é imposto estadual, presidente da República não tem autoridade para mexer no ICMS. O ICMS não é imposto federal. Nem parece ser economista. Que escola ele formou? Quando o Zé Serra era governador podia fazer isso, e não fez. Agora que deixou o cargo de governador, promete fazer o que não pode como presidente da República.
Mais uma promessa do candidato da oposição ao Planalto, José Serra(PSDB-DEM-PPS-UDN).
Acreditam nele? Muito menos o diabo.
Lolita Eva, professora.
artigo de extremo mal gosto. Alguem que se porta com o dominio intelectual que se faz crer pelo cargo e curriculo, deveria sentir vergonha. Nao é assim que se faz oposição.
Por falar em matéria antiga…
Sexta-feira, Janeiro 18, 2008
Artigo – João Mellão Neto
O Estado de S. Paulo
“…/ Já 2010, daqui a dois anos, será, sem dúvida, um período política e socialmente interessante. Haverá eleições gerais no âmbito federal e estadual e parciais, no municipal. Há a suposição de que o Brasil saia extremamente modificado dessas eleições.
O quadro – intricado – que se apresenta é o seguinte:
O presidente Lula, extremamente popular, não se pode apresentar como candidato à reeleição, uma vez que já cumpriu dois mandatos no cargo.
Não há nenhuma figura popular, ou mesmo de expressão, em seu partido (PT)com mínimas chances de disputar e ganhar a eleição/…”
http://arquivoetc.blogspot.com/2008/01/lula-x-fernando-henrique-cardoso.html
Caro João, é de uma avassaladora tristeza ler alguém com tão baixo caráter intelectual, que quando lhe falham os prognósticos em que se faziam tentativas escamoteadas de manipulação popular, se parte para o mais rasteiro e falacioso deboche.
Mas dá para entender que quando se encontrou de calças na mão e não encontrou melhor poiso onde obrar, se baixou na primeira moita, mesmo com a grama lhe fazendo cócegas na bunda e mesmo se não precisava ir tão em baixo.
Agora está difícil até encontrar aquela folha providencial para se limpar, né? Cuidado para não pegar urtiga.
O artigo é antigo, surrado, desbotado com o tempo. Para tal basta atualizá-lo com o artigo do Prof. Luiz Carlos Bresser Pereira, Folha, 18-07-2010:
(…) por que eu estou chamando o Brasil de menino bobo? Porque só um tolo entrega a empresas estrangeiras serviços públicos, como são a telefonia fixa e a móvel, que garantem a seus proprietários uma renda permanente e segura. No caso da telefonia fixa, a privatização é inaceitável porque se trata de monopólio natural.
No caso da telefonia móvel, há alguma competição, de forma que a privatização é bem-vinda, mas nunca para estrangeiros. (…) Vamos um dia ficar espertos novamente? Creio que sim. Nestes últimos anos, o governo brasileiro começou a reaprender, e está tratando de dar apoio a suas empresas. Para horror dos “liberais locais”, está ajudando a criar campeões nacionais. Ou seja, está fazendo exatamente a mesma coisa que fazem os países ricos, que, apesar de seu propalado liberalismo, também não têm dúvida em defender suas empresas nacionais. (…) não faz sentido para um país pagar ao outro uma renda permanente ao fazer concessões públicas a empresas estrangeiras…
Meu caro, se o inferno não é lugar para Dilma, certamente é lugar para muitos que andam por aí…
Há quem já desceu tanto em sua campanha que encontra-se à porta do lar do coisa-ruim. Se não estão literalmente ardendo em chamas, ao menos estão entrando em seu próprio inferno, alimentado pelo desespero e ódio de querer ser algo que jamais poderão ser.
É lamentável ver alguém definhar diante de um cenário dito como “vitória certa” e tornar-se chacota perante uma nação.
Está na hora de rever seus conceitos, afinal não é possível que um país inteiro estaja cego.
A verdade é que a administração federal fez um governo para o povo, algo que não se via há muito tempo no Brasil e isso incomoda muita gente. Corroe mesmo… ao ponto de escorrerem pela sarjeta, rumo ao inferno.
Muito bom o artigo sobre essa pessoa…salvem o Brasil dessa mulher despreparada pelo amor de Deus…!!!!!!! depois seremos nós a pagar essa conta…
Muito bom…infelizmente, quase que o pais inteiro esta enganado.
E esse coverno não é para o povo…é para enganar o povo.
Parabéns João