Arquivo de Aug 2010

Dilma no Céu

Publicado por João Mellão Neto Em 30 Aug 2010

“Meu artigo de dezembro de 2009.” Caiu um forte raio em Brasília. Desses que o governo afirma que são capazes de causar um blecaute. Ele caiu justamente no Palácio do Planalto. Para espanto de alguns e alívio de outros, o raio deu de cair exatamente na cabeça da ministra Dilma Rousseff, que foi literalmente torrada. Sem nada o que fazer, ela se dirigiu ao Além. Continue Lendo..

Por que ela?

Publicado por João Mellão Neto Em 26 Aug 2010

“A pedidos, republico meu artigo de março de 2010.”  O caso Bancoop – a Cooperativa Habitacional dos Bancários, de onde, segundo o Ministério Público, teriam sido desviados recursos para ajudar a financiar as campanhas do PT – é mais um que vem à tona sob o mesmo tema. Digo “mais um” porque não é o primeiro nem, certamente, haverá de ser o último. Este, em teoria, é mais inaceitável porque não extraiu dinheiro do detestável “Estado burguês”, mas dos próprios “proletários” – as famílias filiadas à cooperativa que investiram os seus sofridos recursos na vã intenção de virem a possuir a casa própria. Continue Lendo..

Prezada dona Dilma

Publicado por João Mellão Neto Em 23 Aug 2010

A pedidos, republico meu artigo de fevereiro de 2010.                                                                Tempos atrás, aqui mesmo, neste Espaço Aberto, comparei a senhora, com as ideias antiquadas que defende, a um DKW – aquele automóvel que foi fabricado no Brasil no início da década de 1960. Recebi numerosos e-mails reclamando que eu estava sendo injusto. Injusto com o DKW. Pois é. O carro deixou uma boa impressão, o que – perdoe-me o mau jeito – parece muito não ser o seu caso. Estive vasculhando as minhas memórias e constatei que o DKW é muito moderno para a senhora. A comparação adequada seria com um Ford 1929. E, ao afirmar isso, espero que ninguém reclame do fato de eu estar cometendo outra injustiça.
É Ford 1929, mesmo. Foi naquela época em que ele estava sendo fabricado que um sujeito chamado Benito Mussolini fazia sucesso com o lema: “Tudo no Estado, nada contra o Estado, nada fora do Estado.” Joseph Stalin e outros contemporâneos também não pensavam muito diferente disso. Poderíamos agraciar cada um deles com um Ford da época. Ou com uma Mercedes-Benz 770. A senhora sabia que esses personagens históricos já defendiam a ideia de um “Estado forte” – que é o cerne de sua plataforma política – naqueles tempos?
Li, se não me, engano, na revista Veja, que o bordão que o Duda Mendonça apresentou para a sua campanha eleitoral é baseado naquela música do Zeca Pagodinho: “Deixa a Dilma me levar; Dilma leva eu…” Com todo o respeito, dona Dilma, levar para onde? Dá calafrios só de pensar.
Por falar em Duda Mendonça, cabe a pergunta: vocês o reabilitaram? Vão pagar a campanha com dólares depositados nas Bahamas, como ele gosta? Isso é proibido, dona Dilma. A senhora sabia?
Li, creio que na mesma revista, que quem está articulando a sua campanha nos diversos Estados é ninguém menos que José Dirceu. É, ele mesmo. Ele já foi ministro-chefe da Casa Civil, o mesmo cargo que a senhora ocupa. Também foi reabilitado? E aquela história do “mensalão” como é que fica? Segundo a malvada da imprensa, ele era o grande articulador do esquema. Deixa pra lá. Isso também deve ser “intriga da oposição”, não é verdade? Continue Lendo..

Os patrioteiros

Publicado por João Mellão Neto Em 16 Aug 2010

Exemplo de países e estados explorados por multinacionais: EUA, Alemanha, Japão, Taiwan, Singapura, São Paulo. Exemplo de países e estados não explorados por multinacionais: Albânia, Tanzânia, Moçambique, Bangladesh, Piauí. No início da década de 60, o sociólogo Paulo Martins, nacionalista convicto, redigiu um livreto de grande sucesso: Um Dia na vida de Brasilino.  Nele contava a história de um cidadão brasileiro que acordava pela manhã ao som de um despertador suíço, escovava os dentes com uma pasta Kolynos, fazia seu desjejum com cereais de kellogs, ligava seu automóvel  Volkswagen e partia rumo ao seu emprego na Philips, não sem antes cruzar com inúmeros out-doors de produtos de consumo produzidos por empresas também estrangeiras. Continue Lendo..

Prestação de Contas

Publicado por João Mellão Neto Em 14 Aug 2010

PROFISSÃO DE FÉ Continue Lendo..

Afinal, política por quê?

Publicado por João Mellão Neto Em 14 Aug 2010

AFINAL, POLÍTICA POR QUÊ? Continue Lendo..

O que pretendo fazer, o que já fiz…

Publicado por João Mellão Neto Em 14 Aug 2010

O QUE PRETENDO FAZER Continue Lendo..

As minhas convicções

Publicado por João Mellão Neto Em 14 Aug 2010

O direito de vencer na vida– Ninguém tem que se  envergonhar por se destacar naquilo que é ou faz Continue Lendo..

O atalho é um caminho mais longo

Publicado por João Mellão Neto Em 09 Aug 2010

“ Tudo Pelo Social é impossível. Alguma coisa terá que ir pelo elevador de serviço” O resgate da dívida social do Brasil é urgente e imprescindível. Esse Pais que sempre soube vencer seus desafios agora tem pela frente um enigma para o qual quatro gerações de ideólogos, do vermelho sangue ao verde oliva, não encontraram resposta satisfatória. Com 2.200 dólares de renda per capita muitos dos problemas sociais que nos afligem já deveriam ter sido resolvidos. Países com renda equivalente possuem índices de escolaridade, saúde pública e nutrição muito superiores aos nossos. Na década de 50 ainda era Possível ironizar as utopias distributivistas da onírica esquerda brasileira. Afinal, o único especialista em distribuir pães sem antes tê-los produzido já falecera há dois mil anos e, depois dele, a multiplicação de pães só vem podendo ser feita através da prévia multiplicação das padarias. O incremento da produção, durante três décadas, foi uma bandeira quase que unânime da sociedade. Hoje, infelizmente, para contentar a todos necessário erguer mais alguns mastros. Continue Lendo..

Em Busca de um Regan

Publicado por João Mellão Neto Em 05 Aug 2010

“Ignorante não é aquele que nada sabe, mas aquele que não sabe o que devia saber” Ronald Reagan, ator medíocre, acaba de desempenhar o melhor papel de sua vida. Sua atuação em “Mr.President”, foi um estrondoso sucesso de bilheteria; a critica lhe torce o nariz. Essa mesma inteligência que endeusa Bergan enquanto Spielberg arrebata as platéias, não consegue entender o fenômeno Ron. Como pode um sujeitinho medíocre como o marido de Nancy dar certo em um campo onde tropeçam “primeiros da classe” como o Dr James Earl Carter? Lembra o famoso caso de Vitorino freire, homem forte do governo Dutra, ao receber uma homenagem no interior do Maranhão. Escalado para falar, o promotor da cidade, desafeto do homenageado, resolveu, sutilmente, desancá-lo: Continue Lendo..

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