Arquivo de May 2010

40 milhões de paulistas

Publicado por João Mellão Neto Em 27 May 2010

Ostento, na parede de meu escritório, uma preciosidade. Um quadro, com o poema Nossa Bandeira, a mim dedicado pelo autor, Guilherme de Almeida. Éramos contraparentes. Como um padrinho, ele se dava ao trabalho de ler as minhas poesias de adolescente e me augurava um futuro de escritor. Era um apaixonado por São Paulo e sua gente. Ele se emocionava ao falar  de nossa terra. Eu ainda era menino. Somente anos mais tarde vim a compreender, à plenitude, o sentimento brioso daquele que foi o maior de nossos poetas. Continue Lendo..

Somos mesmo Terceiro Mundo!

Publicado por João Mellão Neto Em 21 May 2010

Quase ninguém se encoraja a abordar esse tema, mas é preciso que seja dito: o papel que o Brasil vem exercendo na diplomacia internacional é visto pelos especialistas como tolo e ingênuo, além de macular a nossa autoimagem de país sério. Continue Lendo..

Bandeirantes e Imigrantes

Publicado por João Mellão Neto Em 13 May 2010

Alguns anos atrás, ao conversar com um taxista em Roma, ele me confessou que, apesar de ter nascido na cidade, não podia dizer-se romano. “Só são consideradas romanas as famílias que estão no mínimo há sete gerações aqui”, explicou. Fiz as contas: sete gerações vezes 25 anos cada uma dá um total de 175 anos! Quando lhe disse que, para ser paulistano, basta apenas residir em São Paulo, ele não acreditou. Continue Lendo..

Como vai dona Dilma

Publicado por João Mellão Neto Em 07 May 2010

No final de 2001 Duda Mendonça, o agora anjo decaído do marketing político, escreveu um livro onde, com rara franqueza, expôs todas as suas impressões sobre o PT. Ele acabara de ser contratado pelo partido para cuidar das eleições seguintes, as de 2002. A anedota maldosa da época dizia que Lula não era candidato a presidente, mas sim a persistente. Aquela seria a sua quarta eleição. Naquela época ninguém acreditava que ele teria alguma chance. Continue Lendo..

O dia das mães

Publicado por João Mellão Neto Em 03 May 2010

Peço desculpas ao Júlio César Mesquita, meu chefe. Minha obrigação das sexta feiras é escrever sobre economia e política. Mas hoje, rompendo parcialmente nosso trato, arriscarei desenvolver um tema diferente. Continue Lendo..

Untitled Document
  

 

 

?>