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	<title>Comments on: Confiança, a base de tudo.</title>
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		<title>By: Rogério Gandra Martins</title>
		<link>http://www.blogdomellao.com.br/forum/2009/08/28/confianca-a-base-de-tudo/comment-page-1/#comment-3908</link>
		<dc:creator>Rogério Gandra Martins</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Sep 2010 16:59:51 +0000</pubDate>
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		<description>Prezado Prof. Dr. João Mellão,
Mais uma brilhante aula de civismo e artigo impecável.
Acredito piamente que muitos brasileiros hoje perguntam por que a sociedade não reage mais a tantos absurdos que ocorrem em nossa vida política.Por que a impunidade virou uma espécie tábua da slvação, mas que nem precisa mas ser uma &quot;tábua da salvação&quot; no exato significado do termo, já que a salvação ficou tão fácil que não é necessária tábua!!!Por que assuntos como corrupção, imoralidade administrativa, desvios na máquina pública, falta de transparência e incongruência de discursos políticos para defender-se ou defender homens públicos não afeta mais o sentido ético do brasileiro?
Acredito piamente que o brasileiro entrou nas vias que o senhor explicou muito bem.
Deixou de acreditar em algo chamado credibilidade.
Passou da repugnância à ter o administrador público como exemplo.
Entrou no triste caminho do &quot;sou bom, nunca matei e nunca roubei&quot;.Como se toda a estrutura moral, cívica de uma sociedade se resumisse a apenas estes dois comandos.E muitas vezes, seguindo esta triste trilha o cidadão pode terminar caindo na própria contradição e cedendo em princípios chegar a poder não mais falar o &quot;nunca matei, nunca roubei.&quot;
O brasileiro ficou anestesiado.A falta de coerção fizeram-no crer piamente que nada contecerá aos injustos.E neste lema, termina lançando todo o mar de corrupção na vala comum do esquecimento.
Nossa história recente presenciou e presencia atos de extrema importância e escabrosos como um esquema político, o mais documentado da história de nosso País , com 40 políticos ligados ao governo denunciados ao Supremo Tribunal Federal, e mesmo assim o brasileiro nada fez e acredita que se houver punição ou não, tudo continuará na mesma.
Caímos naquela situação que lembra, em termos de comparação, muito a França que após toda a cultura sartriana, que pregava o ateísmo e que a vida não tinha sentido,com as calorosas discussões sobre o que é certo ou errado em termos religiosos, chegou à década de 90 ao indiferentismo religioso: Se DEus existe ou não, pouco me importa.O que importa é minha vida e isto não me afeta!
De certa forma o brasileiro acabou chegando ao indiferentismo político: se existe corrupção ou não, se aquele político fez ou deixou de fazer isto ou aquilo, tanto faz, não me afeta.
Mas esquece o cidadão que o afeta.Pois nosso País necessita de dignidade, como qualquer sociedade.
Uma pessoa pública deve ter confiança da sociedade.Coincidentemente posttei uma frase hoje em meu mural sobre a confiança, algo que penso muito, e que diz:
&quot;Confiança não é algo que temos.É algo que nos é entregue por outros para zelarmos com nossa credibilidade.Não façamos da confiança o que nos der e vier.Façamos aquilo que o outro espera e depositou em nosso caráter!&quot;
Acredito que todos os homens públicos e toda a sociedade deveria procurar, por questão de justiça e dignidade de caráter a plantar os bons frutos da confiança.
Existe ainda esperança, e, Prof. Dr. João Mellão, o senhor é um daqueles poucos homens públicos que ainda acredito e que posso depositar a minha confiança.O senhor tem esta credibilidade que poucos tem.Não é à toa que tens não só o meu voto, de toda minha família e de tantos que conheço.Acreditar é confiar e confiar é depositar em outrem a esperança que poder-se-á melhorar nossa sociedade!
Parabéns Dr. João Mellão!
Mais uma aula!
Do amigo, admirador e eterno aprendiz,
Saudaçoes Liberais!
Rogério Gandra Martins</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Prof. Dr. João Mellão,<br />
Mais uma brilhante aula de civismo e artigo impecável.<br />
Acredito piamente que muitos brasileiros hoje perguntam por que a sociedade não reage mais a tantos absurdos que ocorrem em nossa vida política.Por que a impunidade virou uma espécie tábua da slvação, mas que nem precisa mas ser uma &#8220;tábua da salvação&#8221; no exato significado do termo, já que a salvação ficou tão fácil que não é necessária tábua!!!Por que assuntos como corrupção, imoralidade administrativa, desvios na máquina pública, falta de transparência e incongruência de discursos políticos para defender-se ou defender homens públicos não afeta mais o sentido ético do brasileiro?<br />
Acredito piamente que o brasileiro entrou nas vias que o senhor explicou muito bem.<br />
Deixou de acreditar em algo chamado credibilidade.<br />
Passou da repugnância à ter o administrador público como exemplo.<br />
Entrou no triste caminho do &#8220;sou bom, nunca matei e nunca roubei&#8221;.Como se toda a estrutura moral, cívica de uma sociedade se resumisse a apenas estes dois comandos.E muitas vezes, seguindo esta triste trilha o cidadão pode terminar caindo na própria contradição e cedendo em princípios chegar a poder não mais falar o &#8220;nunca matei, nunca roubei.&#8221;<br />
O brasileiro ficou anestesiado.A falta de coerção fizeram-no crer piamente que nada contecerá aos injustos.E neste lema, termina lançando todo o mar de corrupção na vala comum do esquecimento.<br />
Nossa história recente presenciou e presencia atos de extrema importância e escabrosos como um esquema político, o mais documentado da história de nosso País , com 40 políticos ligados ao governo denunciados ao Supremo Tribunal Federal, e mesmo assim o brasileiro nada fez e acredita que se houver punição ou não, tudo continuará na mesma.<br />
Caímos naquela situação que lembra, em termos de comparação, muito a França que após toda a cultura sartriana, que pregava o ateísmo e que a vida não tinha sentido,com as calorosas discussões sobre o que é certo ou errado em termos religiosos, chegou à década de 90 ao indiferentismo religioso: Se DEus existe ou não, pouco me importa.O que importa é minha vida e isto não me afeta!<br />
De certa forma o brasileiro acabou chegando ao indiferentismo político: se existe corrupção ou não, se aquele político fez ou deixou de fazer isto ou aquilo, tanto faz, não me afeta.<br />
Mas esquece o cidadão que o afeta.Pois nosso País necessita de dignidade, como qualquer sociedade.<br />
Uma pessoa pública deve ter confiança da sociedade.Coincidentemente posttei uma frase hoje em meu mural sobre a confiança, algo que penso muito, e que diz:<br />
&#8220;Confiança não é algo que temos.É algo que nos é entregue por outros para zelarmos com nossa credibilidade.Não façamos da confiança o que nos der e vier.Façamos aquilo que o outro espera e depositou em nosso caráter!&#8221;<br />
Acredito que todos os homens públicos e toda a sociedade deveria procurar, por questão de justiça e dignidade de caráter a plantar os bons frutos da confiança.<br />
Existe ainda esperança, e, Prof. Dr. João Mellão, o senhor é um daqueles poucos homens públicos que ainda acredito e que posso depositar a minha confiança.O senhor tem esta credibilidade que poucos tem.Não é à toa que tens não só o meu voto, de toda minha família e de tantos que conheço.Acreditar é confiar e confiar é depositar em outrem a esperança que poder-se-á melhorar nossa sociedade!<br />
Parabéns Dr. João Mellão!<br />
Mais uma aula!<br />
Do amigo, admirador e eterno aprendiz,<br />
Saudaçoes Liberais!<br />
Rogério Gandra Martins</p>
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