O que pensa a classe média?

Publicado por João Mellão Neto em 02 Aug 2011

João Mellão Neto – O Estado de S.Paulo Continue Lendo..

As vítimas serão nossos filhos

Publicado por João Mellão Neto em 16 Jul 2011

Vão todos pagar por isso Continue Lendo..

O que faz a diferença

Publicado por João Mellão Neto em 01 Jul 2011

Prezada dona Dilma Rousseff, esta não é a primeira carta que lhe escrevo e não há de ser a última. Comecei a escrever para a senhora ainda quando era, por assim dizer, a primeira-ministra do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mais precisamente, quando ele manifestou o desejo de fazê-la sua sucessora. A senhora acha que é coisa pessoal? De forma alguma! Eu tenho escrito a todos os presidentes da República, há décadas. Essa é uma forma de levar a eles as verdades que os seus áulicos se abstêm de lhes transmitir. Continue Lendo..

Por que Dilma faz sucesso?

Publicado por João Mellão Neto Em 23 Nov 2011ADICIONAR UM COMENTÁRIO

Pesquisa CNI/Ibope recente aponta que a presidente Dilma Rousseff, em setembro, foi aprovada por 71% da população. Esse resultado foi melhor que os de Luiz Inácio Lula da Silva e de Fernando Henrique Cardoso em igual período de governo, em seus primeiros mandatos. É um índice espetacular. O pessoal de seu partido, o PT, deveria estar exultante… Porém não está. Na verdade, os petistas autênticos – ideológicos – estão é muito apreensivos. Continue Lendo..

Vade retro, Luiz!

Publicado por João Mellão Neto Em 22 Oct 2011ADICIONAR UM COMENTÁRIO

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Manual de Picaretagem Intelectual

Publicado por João Mellão Neto Em 11 Sep 2011ADICIONAR UM COMENTÁRIO

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O que pensa a classe média?

Publicado por João Mellão Neto Em 02 Aug 2011ADICIONAR UM COMENTÁRIO

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As vítimas serão nossos filhos

Publicado por João Mellão Neto Em 16 Jul 2011ADICIONAR UM COMENTÁRIO

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O que faz a diferença

Publicado por João Mellão Neto Em 01 Jul 2011ADICIONAR UM COMENTÁRIO

Prezada dona Dilma Rousseff, esta não é a primeira carta que lhe escrevo e não há de ser a última. Comecei a escrever para a senhora ainda quando era, por assim dizer, a primeira-ministra do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mais precisamente, quando ele manifestou o desejo de fazê-la sua sucessora. A senhora acha que é coisa pessoal? De forma alguma! Eu tenho escrito a todos os presidentes da República, há décadas. Essa é uma forma de levar a eles as verdades que os seus áulicos se abstêm de lhes transmitir. Continue Lendo..

Quem tem medo da verdade?

Publicado por João Mellão Neto Em 21 Jun 2011ADICIONAR UM COMENTÁRIO
João Mellão Neto – O Estado de S.Paulo
Se as pessoas fossem obrigadas a dizer tudo o que pensam umas das outras, a convivência social se tornaria impossível. Todo mundo sabe disso. E quanto aos “segredos de Estado”? Devem ou não existir? E, caso se entenda que sim, por quanto tempo? A grande polêmica da semana, em Brasília, se deu, exatamente, sobre esse tema. Atualmente o Estado pode manter sigilo eterno sobre os documentos públicos classificados como ultrassecretos. O governo Lula, dois anos atrás, mandou ao Parlamento proposta para limitar a confidencialidade ao prazo máximo de 25 anos. Mas, no mesmo texto, autorizou a sua renovação em número indefinido de vezes. O que mudaria, de fato? Praticamente nada. Trata-se de mais uma dessas suas guinada de 360 graus. O que não estava previsto era a emenda ao projeto original que limita o prazo de sigilo a 50 anos. Ou seja, a uma única renovação. O novo texto foi aprovado na Câmara dos Deputados e está, agora, em pauta no Senado. Surgiu, assim, um impasse. O governo quer fazer prevalecer a sua proposta original. E o partido do governo o que diz disso? Bem, os seus membros no Parlamento, desavisados, têm defendido o contrário. Não se trata de um falso dilema. Caso a nova lei seja aprovada, isso implicaria pôr à disposição do público, imediatamente, todos os arquivos secretos produzidos pelo Estado de 1962 para trás. O que isso significa? Muitos mitos nacionais, que vêm sendo sistematicamente cultivados há séculos, poderiam ser derrubados. Personagens históricos e heróis incontestes poderiam ser desacreditados. Países vizinhos poderiam valer-se desses dados como pretexto para renegociar as nossas fronteiras. Vale a pena relembrar alguns deles. A Guerra do Paraguai – que ocorreu no período 1865-1867 -, por exemplo. Existe mais de uma versão sobre o episódio. A oficial é pontuada por gloriosas batalhas, gestos de bravura e fervor patriótico. Solano López, o ditador paraguaio, teria sido um lunático raivoso que nos levou a sacrificar vidas e recursos. Surgiram, nos campos de luta, a coesão e a identidade que caracterizam o Exército brasileiro e o sentido de brasilidade se estendeu a toda a população. Mas há uma outra visão, muito disseminada em determinadas alas de nossa intelectualidade, que interpreta os fatos ocorridos de outra maneira: o Paraguai, sob Solano López, teria sido uma nação rica e industrializada que, por ter despertado receios na poderosa Inglaterra, foi por ela cruelmente sacrificada. Os ingleses teriam instigado o Brasil a destruir o país vizinho, acenando, em troca, com gordos empréstimos. E os brasileiros, nessa guerra inglória, teriam eliminado dois terços da população do Paraguai. O caso da Bolívia é ainda mais polêmico. A versão oficial é a de que a Bolívia teria vendido o Acre ao Brasil pela justa quantia de 2 milhões de libras (mais ou menos US$ 400 milhões em valores atuais). Além de o montante ser elevado, há que levar em conta que o território em questão já estava totalmente ocupado por brasileiros. Eram migrantes nordestinos que, fugindo da seca, se haviam fixado ali como seringueiros. O Tratado de Petrópolis, assinado entre os dois países, imortalizou o barão do Rio Branco e também Plácido de Castro – líder dos acrianos – como heróis nacionais. Um e outro têm o seu nome inscrito no Panteão da Pátria. Já os bolivianos têm sido instigados a interpretar os fatos de forma diferente. De acordo com Evo Morales, o Acre foi cedido ao Brasil em troca de um único cavalo. Na verdade, não teria sido apenas um, mas dois. Eles teriam servido para subornar o então presidente da Bolívia, um homem apaixonado por equinos. Qual é a versão mais correta? Outro episódio polêmico – dentre muitos – é o da 2.ª Guerra Mundial. A versão oficial é a de que a Força Expedicionária Brasileira (FEB) se teria destacado nas batalhas de que participou. O Brasil teria tido uma atuação decisiva no desfecho da guerra e teria chamado a atenção dos outros países beligerantes pela bravura e pelo patriotismo dos nossos soldados. Há uma outra interpretação: os soldados brasileiros eram poucos e mal treinados. Grande parte das baixas teria acontecido sob “fogo amigo”: colisão de veículos, disparos acidentais, etc. A FEB, segundo essa versão, teria chegado ao front tarde demais, quando o confronto já estava decidido. Ela se teria destacado, sim, mas pelo despreparo de seus combatentes. Qual é a verdade? Outra questão mal explicada diz respeito ao período de poder dos generais-presidentes – de 1964 até 1985. A ideia é a de se criar, oficialmente, uma “Comissão da Verdade” destinada a restabelecer o que, de fato, teria ocorrido. Mas quantas e quais teriam sido as vítimas do regime militar? Do lado das esquerdas, entre mortos e desaparecidos, são contabilizadas quase 500 pessoas. Mas há também uma lista de vítimas apresentada pelo outro lado. Seriam cerca de 120, entre militares e civis. Estes últimos seriam os cidadãos inocentes – que nada tinham que ver com a história – que perderam a vida por causa dos atentados, das bombas e dos assaltos a bancos perpetrados pelos “terroristas” da esquerda. Conforme a visão da esquerda, nunca houve terroristas, mas simplesmente guerrilheiros: jovens idealistas que abriram mão do conforto dos seus lares e, de peito aberto, lutaram pela democracia. Mas há também uma terceira opinião. E esta, com certeza, é a da maioria dos brasileiros: a direita e a esquerda da época podem, agora, trocar acusações à vontade. Mas não pretendam fazê-lo à custa dos contribuintes. A maioria deles nasceu depois. JORNALISTA E-MAIL: J.MELLAO@UOL.COM.BR BLOG: WWW.BLOGDOMELLAO.COM.BR

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Senhora presidente

Publicado por João Mellão Neto Em 03 Jun 2011ADICIONAR UM COMENTÁRIO

Não votei na senhora. Aliás, em São Paulo, o lulismo nunca deu muito certo. Vocês já disputaram várias eleições por aqui. Para governador não levaram nenhuma. E isso desde a fundação do PT. Já em 1982, quando foi realizada a primeira eleição direta para o cargo – eu bem me recordo -, o próprio Lula se apresentou como candidato e levou uma bela surra: acabou em quarto lugar. Eleições para presidente, de seis vocês só levaram uma, a de 2002. E já no pleito seguinte foram sovados novamente. Continue Lendo..

Palocci e a mulher de César

Publicado por João Mellão Neto Em 20 May 20112 COMENTÁRIOS

Por volta do ano 60 antes de Cristo, Júlio César era um nome em ascensão. Já ocupava postos de destaque na República romana e todos – inclusive o próprio – acreditavam que, com o seu prestígio e a sua popularidade, seria tentado a sagrar-se imperador. Na verdade, sua ambição era ainda maior. Quando andava pelas ruas e o povo o chamava de rei, ele invariavelmente respondia: “Não sou rei, sou César”. Continue Lendo..

Minha mulher só pensa em casar!

Publicado por João Mellão Neto Em 15 May 2011ADICIONAR UM COMENTÁRIO

CASAR: a Dora e a  Danny Continue Lendo..

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